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Afinal, o que é rede (or mídia) social? | Percepções

Assisti o vídeo produzido pela Pyrsona algumas vezes e resolvi escrever as minhas percepções…

Todos os dias nós lemos dezenas de textos, conceitos e opiniões. De tempos em tempos participamos de eventos, palestras, workshops e festivais. Compartilhamos reflexões, questionamentos, dúvidas, números, infográficos (tendência, rs), analisamos cases. De repente lançam uma novidade, então nos atualizamos (por bem ou por mal, rs). Tentamos prever o futuro, mas, o único fato consumado é que não há um conceito definitivo. Não há uma verdade absoluta.

As redes ou as mídias sociais (percebe – até essas duas palavras geram um grande debate), as novas tecnologias, a velocidade, a quantidade e qualidade das informações, nos deixam perplexos e curiosos tanto quanto a prensa de Gutemberg deve ter causado em sua época.

Ok… Adeptos, apaixonados, entusiastas, profissionais, seja lá qual for o título, temos nossas convicções. Mas, que tal saber qual a função, sensação, ação e ferramentas os usuários elencam como itens desse universo chamado redes (or mídias) sociais? Do vídeo: Afinal, o que é rede social?! (que está lá embaixo) destaco quatro tópicos dos mais citados. Leia o resto deste post

Ser Social

O ser humano possui uma sociabilidade inata. É quase impossível alguém com boa saúde mental não querer manter um relacionamento. Precisamos nos integrar. São as relações que nos movem.

Para uma convivência harmoniosa alguns aspectos precisam de treino como saber ouvir o próximo, empatia, acolher e discernir as opiniões construtivas etc. Detalhes como esses podem amenizar possíveis situações desconfortantes.
  
No mundo coorporativo não poderia ser diferente, passamos a maior parte do nosso tempo no serviços do que com nossa família. Mas para comunicação eficaz com os públicos da organização é preciso ter estratégias. Parafraseando um ditado, trabalho sem planejamento é vento, e as relações entre a organização e públicos necessitam de um gestor de relacionamento.
 
As habilidades das relações públicas, são altamente capazes para a função. Ter um profissional de RP é essencial para gerenciar estratégicamente as relações, observar, refletir e estabelecer um plano de acordo com o diagnóstico e necessidades da organização.
 
Encerro com uma reflexão do Professor Doutor Fábio França em artigo para o Portal RP-Bahia:
É hora de se convencer de que, para ser bem-sucedido, o “relacionador público” deve ter mentalidade global, ser multi-skill, isto é, “multicompetente”, possuidor das competências e habilidades necessárias para atuar em contextos diversos no desempenho de suas funções e se dedicar, como “profissional aprendente” ao autodesenvolvimento

Importância do Relacionamento Interpessoal

No cenário atual a forma como nos relacionamos no ambiente profissional é um dos fatores de sucesso para qualquer carreira, seja na área de humanas, exatas ou biológicas. Experiência técnica não é tudo. São observadas e reconhecidas as habilidades de comportamento, inteligência, adaptação, criatividade e de relacionamento interpessoal.

Cada indivíduo possui uma forma diferente de ser, de agir e de comunicar, portanto pode haver ruídos na comunicação do dia a dia, gerando na maioria das vezes turbulências. Tal situação possui soluções, na qual, colocadas em prática gera um ambiente corporativo mais agradável, harmônico e sadio. As soluções se baseiam-se em respeito, confiança, empatia e em boa comunicação. Tais fatores impactam diretamente na organização, nos resultados desta, na motivação dos funcionários, no crescimento, como também nos relacionamentos destes.

Dom Hélder Câmara já dizia: “passamos a maior parte de nosso tempo procurando consertar situações conflituosas criadas por inabilidade de relacionamento”. Por este pensamento é verificado que, as políticas de relacionamentos, se não observadas possuem déficits, na qual na medida em que estas se desenvolvem, podem atrapalhar o desenvolvimento da empresa.

Portanto, deve-se investir em estratégias de relacionamento por meio de palestras, eventos, reuniões ou ações sempre visando estreitar as políticas de relacionamento e de mostrar a importância de criar um ambiente agradável e amistoso no mundo corporativo.

Colaboração: André Luíz

Consciência Transcendente

Umas das áreas mais promissoras são as voltadas à assuntos ambientais. É um mercado brilhante, e os profissionais da área precisam, e muito, da ajuda e apoio dos RPs, já que sozinhos eles não tem a devida atenção das empresas e órgãos em geral.

Biólogos e engenheiros ambientais relatam que as propostas de mudança na postura da empresa, sempre acabam engavetadas por estas não enxergarem vantagem em investirem na natureza. Cabe a nós, profissionais do relacionamento, mostrar ao mundo corporativo o quão importante, rentável, vantajoso e imprescindível é dar atenção ao planeta.

Já diria uma presidenciável: “O meio ambiente é, sem dúvida nenhuma, uma ameaça ao desenvolvimento sustentável”. Em ano de eleição presidencial, devemos pensar no que queremos e esperamos de nossos candidatos. O tema consciência ambiental é algo que sem dúvida merece destaque e devemos nos conformar de que somos nós que pertencemos ao planeta e não o inverso. E, mais do que esperar as propostas da Copa, legalização da maconha e aborto, pensar de forma transcendente, e acreditem, somente algumas decisões tomadas hoje, podem ter consequências em escala de existência humana na terra.

Decisões como a educação, a ‘igualdade’ social, desenvolvimento de alguns projetos tecnológicos, e principalmente, consciência ambiental, que difere de educação ambiental, porque mais do que não jogarmos lixo no chão por educação, fazermos isso por respeito ao meio ambiente e consciência de que esta atitude previne uma enchente, ajuda o ecossistema e salva o planeta.

Decisões organizacionais e eleitorais pensando nisso é uma atitude ecológica, bem como atitudes individuais, que valem tanto ou mais. As mudanças acontecem de dentro para fora e não de fora para dentro. Mudar costumes, como comprar roupa em brechó, evitam resíduos de embalagem e é uma forma de reciclagem.

Andar sempre com uma sacolinha de pano, para quando for preciso comprar alguma coisa, não usar as famosas e polêmicas sacolinhas plásticas. Fazer doação de roupas, fazer um ‘bazar’ com amigas, onde há troca de roupas, acessórios e afins ente vocês, evita o descarte desnecessário.

Andar com uma garrafinha para evitar os copos plásticos, andar mais a pé, de bicicleta, patins, patinete, pogobol, carrinho de rolemã, skate, velocípede ou qualquer outro meio não poluente, comer alimentos orgânicos, escolher alguns dias na semana para não comer carne vermelha, enfim, vejam a quantidade de coisas que podemos fazer para ajudar o planeta, que vão além de tomar banho mais rápido.

Primeiro em casa, mais tarde nas empresas e tão logo no país. Sim, nós podemos mudar a história!

Segue um vídeo que explicar-nos-á sobre a trajetória das coisas no nosso mundo consumista e egoísta. É longo, mas vale a pena.

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