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Afinal, o que é rede (or mídia) social? | Percepções
Assisti o vídeo produzido pela Pyrsona algumas vezes e resolvi escrever as minhas percepções…
Todos os dias nós lemos dezenas de textos, conceitos e opiniões. De tempos em tempos participamos de eventos, palestras, workshops e festivais. Compartilhamos reflexões, questionamentos, dúvidas, números, infográficos (tendência, rs), analisamos cases. De repente lançam uma novidade, então nos atualizamos (por bem ou por mal, rs). Tentamos prever o futuro, mas, o único fato consumado é que não há um conceito definitivo. Não há uma verdade absoluta.
As redes ou as mídias sociais (percebe – até essas duas palavras geram um grande debate), as novas tecnologias, a velocidade, a quantidade e qualidade das informações, nos deixam perplexos e curiosos tanto quanto a prensa de Gutemberg deve ter causado em sua época.
Ok… Adeptos, apaixonados, entusiastas, profissionais, seja lá qual for o título, temos nossas convicções. Mas, que tal saber qual a função, sensação, ação e ferramentas os usuários elencam como itens desse universo chamado redes (or mídias) sociais? Do vídeo: Afinal, o que é rede social?! (que está lá embaixo) destaco quatro tópicos dos mais citados. Leia o resto deste post
Importância do Relacionamento Interpessoal
No cenário atual a forma como nos relacionamos no ambiente profissional é um dos fatores de sucesso para qualquer carreira, seja na área de humanas, exatas ou biológicas. Experiência técnica não é tudo. São observadas e reconhecidas as habilidades de comportamento, inteligência, adaptação, criatividade e de relacionamento interpessoal.
Cada indivíduo possui uma forma diferente de ser, de agir e de comunicar, portanto pode haver ruídos na comunicação do dia a dia, gerando na maioria das vezes turbulências. Tal situação possui soluções, na qual, colocadas em prática gera um ambiente corporativo mais agradável, harmônico e sadio. As soluções se baseiam-se em respeito, confiança, empatia e em boa comunicação. Tais fatores impactam diretamente na organização, nos resultados desta, na motivação dos funcionários, no crescimento, como também nos relacionamentos destes.
Dom Hélder Câmara já dizia: “passamos a maior parte de nosso tempo procurando consertar situações conflituosas criadas por inabilidade de relacionamento”. Por este pensamento é verificado que, as políticas de relacionamentos, se não observadas possuem déficits, na qual na medida em que estas se desenvolvem, podem atrapalhar o desenvolvimento da empresa.
Portanto, deve-se investir em estratégias de relacionamento por meio de palestras, eventos, reuniões ou ações sempre visando estreitar as políticas de relacionamento e de mostrar a importância de criar um ambiente agradável e amistoso no mundo corporativo.
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Colaboração: André Luíz
Consciência Transcendente
Umas das áreas mais promissoras são as voltadas à assuntos ambientais. É um mercado brilhante, e os profissionais da área precisam, e muito, da ajuda e apoio dos RPs, já que sozinhos eles não tem a devida atenção das empresas e órgãos em geral.
Biólogos e engenheiros ambientais relatam que as propostas de mudança na postura da empresa, sempre acabam engavetadas por estas não enxergarem vantagem em investirem na natureza. Cabe a nós, profissionais do relacionamento, mostrar ao mundo corporativo o quão importante, rentável, vantajoso e imprescindível é dar atenção ao planeta.
Já diria uma presidenciável: “O meio ambiente é, sem dúvida nenhuma, uma ameaça ao desenvolvimento sustentável”. Em ano de eleição presidencial, devemos pensar no que queremos e esperamos de nossos candidatos. O tema consciência ambiental é algo que sem dúvida merece destaque e devemos nos conformar de que somos nós que pertencemos ao planeta e não o inverso. E, mais do que esperar as propostas da Copa, legalização da maconha e aborto, pensar de forma transcendente, e acreditem, somente algumas decisões tomadas hoje, podem ter consequências em escala de existência humana na terra.
Decisões como a educação, a ‘igualdade’ social, desenvolvimento de alguns projetos tecnológicos, e principalmente, consciência ambiental, que difere de educação ambiental, porque mais do que não jogarmos lixo no chão por educação, fazermos isso por respeito ao meio ambiente e consciência de que esta atitude previne uma enchente, ajuda o ecossistema e salva o planeta.
Decisões organizacionais e eleitorais pensando nisso é uma atitude ecológica, bem como atitudes individuais, que valem tanto ou mais. As mudanças acontecem de dentro para fora e não de fora para dentro. Mudar costumes, como comprar roupa em brechó, evitam resíduos de embalagem e é uma forma de reciclagem.
Andar sempre com uma sacolinha de pano, para quando for preciso comprar alguma coisa, não usar as famosas e polêmicas sacolinhas plásticas. Fazer doação de roupas, fazer um ‘bazar’ com amigas, onde há troca de roupas, acessórios e afins ente vocês, evita o descarte desnecessário.
Andar com uma garrafinha para evitar os copos plásticos, andar mais a pé, de bicicleta, patins, patinete, pogobol, carrinho de rolemã, skate, velocípede ou qualquer outro meio não poluente, comer alimentos orgânicos, escolher alguns dias na semana para não comer carne vermelha, enfim, vejam a quantidade de coisas que podemos fazer para ajudar o planeta, que vão além de tomar banho mais rápido.
Primeiro em casa, mais tarde nas empresas e tão logo no país. Sim, nós podemos mudar a história!
Segue um vídeo que explicar-nos-á sobre a trajetória das coisas no nosso mundo consumista e egoísta. É longo, mas vale a pena.
