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SENAC com inscrições abertas para cursos livres.

Um profissional estagnado não é atrativo ao mercado de trabalho, isso é um fato. Sobretudo, um profissional de relações públicas sem a visão do todo não faz jus ao “generalista e especialista”, é necessário uma qualificação contínua. Além de boas leituras, palestras, bate-papos e boas referências é bastante interessante atualizar-se sobre as tendências do mercado profissional e requisitos técnicos.

Várias instituições oferecem essa modalidade de serviço, todavia destaco o SENAC que é uma escola conceito em graduação, pós, oficinas e cursos livres. Possui propostas de concessão de bolsas de ensino, preços e formas de pagamento acessíveis. Nos próximos dias algumas unidades do Estado de São Paulo estarão com inscrições abertas para cursos livres, aqueles com duração de 30 a 50 horas e preços que variam de R$250,00 a R$500,00. Leia o resto deste post

Marketing viral, contágio moral?

Comprovadamente o vírus, por ser extremamente mínimo em sua estrutura, é também um micro organismo totalmente insensível aos olhos de quem tenta enxergá-lo. O mesmo atravessa a parede protetora das bactérias e instala-se criando sensações de incômodo. É um parasita.

Na maioria dos casos há drogas medicinais que insinuam cura à doença, já em outros, nem mesmo os remédios conseguem vencê-la.

É interessante o significado dado a certas denominações que damos às ferramentas comunicáveis.

O vírus, propositadamente, caracteriza-se ao viral. Aquilo que chamamos de Marketing Viral, no meio propagandístico, de repente, parece ter muita semelhança com o nome dado à doença.

O marketing viral “acerta” seu alvo, infectando-o e fazendo com que o mesmo repasse a outros, susceptíveis ao contágio, dando origem à uma epidemia.

Essa epidemia não é qualquer; torna-se uma identidade. E então, abre-se espaço à uma marca onde, muitas pessoas – também infectadas – têm conhecimento sobre tal produto ou mensagem transmitida. É um ciclo!

O conceito de viral vai além da publicidade. Afinal, quem nunca recebeu uma corrente via e-mail ou qualquer outro meio digital? Santinhos políticos? Fofocas?

Quem nunca distribuiu xerox de mensagens, sejam elas pessoais ou até sobre trabalhos de escola?

A grande diferença entre o vírus propriamente dito e o viral publicitário, é que enquanto um tem o princípio de contágio físico, o outro tem de contágio moral.

Fora quando o viral, em meios publicitários, realmente consegue exercer sua dominância na #bocadopovo e, consequentemente, consegue até confundir a mente das pessoas (fisicamente).

Quantas “modinhas” já não foram disseminadas mundo a fora? Se jogar nos trilhos do metrô, ou ferir-se com gilete, desafios com o próprio corpo humano, e afins já foram modinhas, sabia?

A mídia é obrigada a esconder fatos, mas as estatísticas não mentem, são diversos os casos de pessoas se jogando no metrô, por exemplo, porém, exatamente pelo fato de correr o risco de “virar moda”, tais atos não podem ser levados a público.

O caso Nardoni é outro fato. Foi constatado que houve, naquela época, muitos suicídios/homicídios através de janelas de prédios. Entretanto em quantos canais ou jornais populares você viu essa notícia?

O viral ataca o ponto X de onde precisa, a cultura, por exemplo, vide o recente boca-a-boca do caso #calabocaGalvão no Twitter!

Tudo isso, que torna repercussão, é um viral!

E nós, agentes da comunicação, temos uma arma, totalmente lícita, em mãos. E muitos meios pelo qual podemos transparecer tal “vírus” é totalmente viável em relação a custos.

Subir um vídeo no Youtube e fazer com que ele seja visto por milhões de pessoas, às vezes, te faz gastar um cenário, roupas e… boas ideias!

Já assistiu aos vídeos do Felipe Neto? Só para norteá-lo do quão visto fora os vídeos dele, o cara permaneceu entre os primeiros nos Trending Topics por várias semanas.

E aí está mais uma vantagem do viral, o Felipe Neto não só promoveu sua imagem, como também ajudou, indiretamente, o Fiuk (clique aqui para assistir ao vídeo) a permanecer na mídia. Afinal, falem bem ou falem mal, mas falem do Fiuk. (haha)

Diversos exemplos de marketing viral poderiam ser pautados agora neste post, porém, o blog como ótimo veículo viral, não pode ser cansativo, né? #ficaadica

Mas alguns são realmente interessantes, lembram-se da ‘absoluta ’Stefany? Lembram-se, também, do quanto a Wolksvagen ganhou neste mesmo período com as vendas do Cross Fox? (clique aqui para assistir ao vídeo)

E a Adidas e seu vínculo com o tão acessado Youtube? Há poucos meses lançou um jogo interativo, no próprio canal, para divulgar um tênis de basketball. O jogo depende de números de acessos para ser desbloqueado, fazendo com que o vídeo seja cada vez mais viralizado pelos internautas. Só “divulgando” que o jogo pode ser ganho!

E qual o custo da Adidas nesse marketing?! Bem menor do que comerciais com astros do futebol, garanto.

São jogadas de mestre. E pensar que o Youtube está no ar apenas há cinco anos…

Aliás, mestre mesmo foi o Google que por incríveis US$ 1,65 bilhão comprou o canal, mas enfim…

Jogadas de mestre à parte, espero que diante mão, tenha ficado bem claro, caro leitor, que viralizar é imprescindível. Embora não possamos NUNCA nos esquecer, da conduta ética. E não falo daquela “ética” que está na conduta de leis federativas, não.

Ética é consciência

 

Abordarei mais posts com o assunto, isso se vocês acharem que vale à pena. Iaí, vale? ;)

Marketing Cultural

Semana passada participei de um curso de férias sobre “Marketing e Produção Cultural” e seguindo o pensamento de Gil Giardelli: “Você é oque você compartilha”, vou compartilhar oque abstraí nesses 03 dias de aula.

O curso ocorreu na UNG (em Guarulhos) e foi ministrada por Tatiana Pugliese, jornalista, fotógrafa e produtora cultural na Agência Cais. Coincidentemente, esse foi meu segundo curso de férias com ela e, em ambas ocasiões, demonstrou ser uma profissional capacitada e com uma bagagem de experiência incrível.

Vamos ao conteúdo. A exposição começou com a conceituação do termos.

O que é Cultura? Pode ser a soma de informações, conhecimentos, costumes, valores intelectuais e morais, manisfestações artisticas que caracterizam a sociedade, levando em consideração o contexto.

O que é Marketing? Trata-se do conjunto de estratégias e ferramentas para a difusão e venda de um produto/serviço, conta ainda com a análise da satisfação, tempo de vida e distribuição e demais aspectos relacionados ao produto/serviço. O profissional de marketing é responsável por pensar estrategicamente todas as etapas do produto/serviço.

E o que é Marketing Cultural? É a ação promocional que utiliza da cultura como suporte da comunicação, é o ato de promover ou ligar a marca da empresa às manifestações artisticas, agregando valor à marca através do pensamento estratégico. “A sociedade ganha em cultura e a empresa em reconhecimento” (Tatiana Pugliese).


O profissional de marketing cultural será responsável por traçar o destino do investimento em projetos culturais, deverá supervisionar todas as etapas, tais como: planejamento, orçamento, gestão, cronograma.

No marketing cultural, assim como no marketing empresarial, o profissional deverá atentar-se para a análise do micro e macro ambiente, análise swot,  os 4 p’s do marketing, o posicionamento, o endomarketing e sempre perguntar-se: Qual imagem eu (enquanto organização) quero ter?

Por que uma organização deve investir em Marketing Cultural? É um fator que trará diferencial entre as demais marcas do mercado, além da diversificação do mix de comunicação. O investimento trará retorno de mídia e reputação positiva, além de adotar uma postura socialmente responsável, fomentando a cultura na sociedade.

Leis de incentivo cultural: podem ser municipal, estadual ou federal, a adesão dependerá do edital disponível e pode variar de acordo com a região. Pelo Ministério da Cultura a principal Lei cultural é a Lei  Rouanet de 1991, sua politica de incentivo permite que as empresas ou cidadãos patrocinadores tenham abono fiscal no Imposto de Renda, além dos patrocínios também é possível obter o investimento através de prêmios.

Cases de sucesso:

  • Petrobras: uma das empresas brasileiras que mais investe em cultura;
  • Itaú Cultural: instituto próprio do banco com foco na produção e difusão de cultura;
  • Espaço Unibanco de Cinema: também um investimento cultural de uma banco;
  • HSBC Belas Artes: mais um banco demostrando o quão importante é o investimento em cultura;
  • Ação Cultural no Metrô: o metrô de São Paulo tem uma cadeia de programação, exposições, projetos literais, etc. O mais citado ultimamente é o Projeto Seis na Sé, onde no horário de pico noturno na estação da Sé, a principal e mais movimentada linha da rede, o metrô traz atrações culturais para “amenizar” a ida para casa.
  • Tim Festival: festival totalmente vinculado à marca da Operadora Tim, advindo do Free Jazz, segue abaixo o vídeo chamada de 2007:

Particularmente, o marketing cultural é uma das áreas que mais me cativam, principalmente pelo fato de levar cultura à sociedade e agregar valor à imagem institucional da organização, função estratégica que também  cabe  ao profissional de relações públicas.

Aliás, vale citar aqui o quão fortalecido fica o conceito de comunicação integrada, numa ação de marketing cultural por exemplo, deverá haver a sinergia entre todos os ferramentais da organização. Apoio publicitário para difusão da imagem, relações públicas no reforço da imagem, apoi o jornalistico para a disseminação da mensagem proposta e os profissionais de mídia, rádio e tv para a criação de peças audio-visuais para fins de registro ou disseminação.

Todos trabalhando a mesma essência e objetivo!

> Acompanhe na Comunidade “Relações Públicas” no orkut um debate sobre Marketing Cultural e Relações Públicas.



Circuito 4×1

INOVADOR, esse poderia ser a única palavra que define o Circuito 4×1. Um evento que foge dos padõres, primeiro por seu conceito sócio-educacional (evento gratuito) porém sem perder a qualidade de grandes eventos.

O objetivo do Circuito 4X1 é levar informação, novidades e incitar o questionamento aos profissionais de Marketing Digital e comunicação a unificação de ideias e conceitos. Levar palestrantes de diversos nichos do mercado para mostrar um pouco de cada experiência passada em sua carreira profissional e mostrar o que eles vêem como tendências para os próximos meses de 2010.

Interação máxima com o público participante, antes, durante e pós o evento através dos canais de Redes Sociais que são mais utilizadas é um canal próprio dentro do site do evento. Incitar a relação entre profissionais, a troca de experiências e ideias.

Será realizado dia 26 de Junho e conta com 4 assuntos  dentro do circuito, que tratam de e-commerce, marketing digital, mídias sociais e comunicação.

Local: ESPM – Vila Mariana

Mais Informações e inscrições no Site do Circuito 4×1.

Obs.: Texto retirado do site do evento.

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